Ir para o conteúdo

A casa

Quem atende é quem viaja.

Roteiros em regiões de vinho do mundo, desenhados por quem passou trinta anos à mesa dos produtores.

Marcelo e Ludmilla Panadés sentados ao ar livre, com uma taça de espumante, diante de um vinhedo
Marcelo e Ludmilla Panadés, fundadores da Altivia.

Marcelo Panadés entrou no vinho há trinta anos e não saiu mais. Parte desse tempo foi escolhendo os rótulos que iam para as prateleiras de uma grande rede de supermercados de Minas Gerais. Provava centenas de amostras por ano, e quase nenhuma passava. O resto foi estrada, mais de dez países de vinho, região por região, muitas vezes de volta ao mesmo lugar.

Voltar muda tudo. Na primeira visita, o produtor mostra a vinícola. Na terceira, mostra a casa. Com os anos, donos de vinícola e enólogos de Mendoza ao Alentejo viraram gente que escreve na vindima e guarda uma garrafa para quando ele voltar. A Altivia entra por essas portas.

Marcelo e Ludmilla Panadés ao lado de Alejandro Vigil, num vinhedo em Mendoza
Com Alejandro Vigil, de Catena Zapata e El Enemigo, em Mendoza.
Grupo à mesa de um almoço longo, entre vinhedos, com taças e travessas servidas
À mesa com quem faz o vinho, em Mendoza. Não é a primeira visita, e isso se nota.

Ludmilla Panadés faz a viagem acontecer. Cuida da operação da agência, monta os roteiros e acompanha quem viaja. Sabe que a cave fecha às cinco, que a estrada de terra pede outro carro, que aquele almoço vale mudar o dia inteiro. Marcelo abre a porta; Ludmilla garante que todo mundo chegue a ela na hora certa.

A Altivia nasceu das viagens que os dois fazem há anos, chegando aos lugares pelo vinho. Amigos pediam o roteiro; depois, pediam para ir junto. Em 2026, transformaram isso numa agência brasileira de viagens de vinho, pequena por escolha, em que quem atende é quem viaja.

A base é Sorocaba, interior de São Paulo, vizinha de São Roque e a um voo curto da Serra Gaúcha. Os dois acreditam que o Brasil faz vinho para ser visitado, e que o Vale dos Vinhedos, as serras de São Paulo e o Sul de Minas pertencem à mesma prateleira de Mendoza e do Alentejo. O Brasil entra nos roteiros pela mesma porta das outras regiões, a do produtor que recebe à mesa.

Princípios

O que acreditamos

  1. Uma região se conhece à mesa dela.

  2. Porta que abre por relação não se compra em catálogo.

  3. Visitamos poucas casas por dia, para ficar tempo em cada uma.

  4. O vinho brasileiro está na mesma prateleira dos clássicos, e viajamos por ele do mesmo jeito.

Tudo começa com uma conversa.

Escreva contando onde gostaria de ir, com quem e em que ritmo, e o desenho da viagem sai daí.

Falar com a Altivia

Por e-mail ou pelo Instagram, respondemos nós mesmos.